
Faz tempo que não escrevo aqui. O tempo anda me consumindo mais do que eu a ele. Mas hoje, resolvi arregaçar as mangas e fazer muita coisa que eu adiava há muito tempo, dentre elas, voltar às aulas de Pilates. Lá, fiquei divagando nas minhas ansiedades e preocupações entre um exercício e outro. Meus pensamentos palpitavam na tentativa de solucionar um grande impasse que estou vivendo e eu mal conseguia executar os movimentos, e respirar do jeito certo.
Até que o professor diz: "Pro exercício ter efeito, vocês precisam sair da zona de conforto!". Esticou mais minha perna e eu senti o músculo, antes adormecido, acordar subitamente.
De algum modo, aquela frase substituiu meus pensamentos e fiquei pensando nela como um mantra: "sair da zona de conforto". Foi a resposta certa pro momento certo.
Cheguei em casa disposta a sair daquilo que me é mais fácil, confortável. Não comi o jantar gordo, que sempre me impede de emagrecer. Tomei um banho demorado e joguei todos os shampoos vencidos no lixo. Arrumei o quarto. Descobri que só uso metade dos sapatos e roupas que tenho e separei tudo para doar. Sentei na escrivaninha e comecei a estudar (sim, numa terça-feira é possível começar muita coisa!).
Sei que tudo isso pode parecer trivial e cotidiano, mas estas pequenas atitudes me fizeram uma grande faxina mental. O problema pelo qual estou passando para mim não é mais um problema, a solução sempre esteve ali à frente: preciso sair da zona de conforto.
Parece clichê, mas notei que eu estava tendo respostas iguais para ações iguais. Se eu continuar a fazer as mesmas coisas, sempre terei os mesmos resultados. Se quero mudar isso, tenho que esticar mais a perna e sentir o músculo doer. Difícil? Bastante. A gente gosta mesmo é de fazer tudo igual, porque tudo aquilo que nos é familiar parece melhor: continuar com a mesma rotina, as mesmas dúvidas e dívidas, o mesmo namorado, a mesma cidade, o mesmo emprego, mesmo que nada disso seja o que a gente queria de verdade. Mudar, qualquer coisa que seja, até nossa aparência, exige esforço e vontade, e quase sempre, é a preguiça e o desânimo os que mais nos acolhem, que nos oferecem um sofá, uma tevê, uma "segunda-feira eu começo".
Mas, como diria o Coldplay, em uma das melhores músicas de todos os tempos (The Scientist):
"Nobody said it was easy" !
(Ninguém disse que era fácil!)
Até que o professor diz: "Pro exercício ter efeito, vocês precisam sair da zona de conforto!". Esticou mais minha perna e eu senti o músculo, antes adormecido, acordar subitamente.
De algum modo, aquela frase substituiu meus pensamentos e fiquei pensando nela como um mantra: "sair da zona de conforto". Foi a resposta certa pro momento certo.
Cheguei em casa disposta a sair daquilo que me é mais fácil, confortável. Não comi o jantar gordo, que sempre me impede de emagrecer. Tomei um banho demorado e joguei todos os shampoos vencidos no lixo. Arrumei o quarto. Descobri que só uso metade dos sapatos e roupas que tenho e separei tudo para doar. Sentei na escrivaninha e comecei a estudar (sim, numa terça-feira é possível começar muita coisa!).
Sei que tudo isso pode parecer trivial e cotidiano, mas estas pequenas atitudes me fizeram uma grande faxina mental. O problema pelo qual estou passando para mim não é mais um problema, a solução sempre esteve ali à frente: preciso sair da zona de conforto.
Parece clichê, mas notei que eu estava tendo respostas iguais para ações iguais. Se eu continuar a fazer as mesmas coisas, sempre terei os mesmos resultados. Se quero mudar isso, tenho que esticar mais a perna e sentir o músculo doer. Difícil? Bastante. A gente gosta mesmo é de fazer tudo igual, porque tudo aquilo que nos é familiar parece melhor: continuar com a mesma rotina, as mesmas dúvidas e dívidas, o mesmo namorado, a mesma cidade, o mesmo emprego, mesmo que nada disso seja o que a gente queria de verdade. Mudar, qualquer coisa que seja, até nossa aparência, exige esforço e vontade, e quase sempre, é a preguiça e o desânimo os que mais nos acolhem, que nos oferecem um sofá, uma tevê, uma "segunda-feira eu começo".
Mas, como diria o Coldplay, em uma das melhores músicas de todos os tempos (The Scientist):
"Nobody said it was easy" !
(Ninguém disse que era fácil!)